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Com Marco Antônio de Biaggi, Adriane Galisteu abraçou de vez os fios claríssimos. Há 17 anos a apresentadora e o hairstylist não se desgrudam. Nesta edição de aniversário, CABELOS&CIA celebra a amizade desses dois ícones da beauté
Quando Adriane Galisteu e Marco Antônio de Biaggi se encontram, tudo é alegria. Amigos queridos há 17 anos, um não se cansa de elogiar o outro. “A Dri é meu pé de coelho”, diz o hairstylist. “Não tem como não amar o Marco. Ele é muito genuíno e cativante. Tem um jeito especial de lidar com o ser humano. O público acompanha apenas sua relação com as celebridades, mas no dia a dia é um cara muito legal com todos que estão à sua volta”, entrega a apresentadora. Essa história de amizade começou em 1995, quando Galisteu convidou Biaggi para cuidar de suas madeixas durante o antológico ensaio para a Playboy, na Ilha de Santorini, Grécia. Na ocasião, a loira reencontrou o maquiador Kaká Moraes: “Ele foi a primeira pessoa a me maquiar, quando eu tinha 15 anos”, lembra a bela, que até hoje não vive sem o beauty artist. Já o colorista Juha Antero, do mesmo MG Hair de Marco Antônio, vem para completar a Santíssima Trindade de beauté que assina o look da diva. “É uma turma que deu certo. A gente se gosta como amigos, se admira profissionalmente e estamos sempre pensando em coisas que podemos fazer juntos”, atesta Adriane.
Atitude blonde
Segundo Galisteu, antes de Marco Antônio de Biaggi ela nunca tinha encarado nenhuma mudança no visual. “Ele foi a primeira pessoa que eu deixei mexer no corte, assim como o Juha foi o primeiro a passar tintura nos meus fios”, revela. Quando perguntada o que o look criado pela dupla mudou em sua vida, ela é categórica: “O Marco me ensinou a ser loira. Porque ser loira de verdade não é só fazer luzes, mas sim encarar tudo de frente. Com ele aprendi a não ter vergonha de assumir o loiríssimo. Minha cor natural tem uma tonalidade meio cinza e passei muito tempo da minha vida, principalmente na adolescência, implicando com ela. Não era loiro, mas também não era preto, e eu tinha a sensação de que não me encaixava no mundo”. Pouco afeita a grandes transformações, Dri até topa experimentar uma nova técnica de mechas, desde que mantenha as madeixas claríssimas. “Nos nove meses da minha gravidez eu só retoquei uma vez, então o cabelo ficou mais escuro. Estava bonito, mas eu não me enxergava. E com cabelo é assim: a gente tem de se olhar no espelho e gostar”, ressalta a musa.
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